A primeira consulta ginecológica da adolescente



É preciso dar liberdade de escolha para a menina. Ela tem de manifestar o desejo de consultar um médico ou médica, se for o caso. Muitas vezes, a mãe quer levá-la ao seu ginecologista porque confia nele. Se a menina não quiser, sua vontade deve ser respeitada. 

As pessoas contam ao ginecologista não só seus problemas físicos, mas aspectos particulares e íntimos de sua sexualidade e de seu comportamento. Por isso, é indispensável que o relacionamento médico/adolescente seja muito bom para que possam ser minimizados os incômodos próprios dessa fase da vida da mulher. 

No passado, a paciente que não tinha atividade sexual era submetida a exame ginecológico por via retal para analisar as características do útero. Com o desenvolvimento dos exames propedêuticos, de imagem, da ultra-sonografia, as coisas ficaram muito mais fáceis.

O primeiro exame ginecológico de uma menina requer toda a calma e paciência por parte do médico. Não importa se ela é virgem ou está iniciando a atividade sexual. 

É preciso conversar muito a fim de orientá-la sobre seu comportamento durante a vida toda. Não cabe ao médico dizer-lhe se deve ou não ter vida sexual. Cabe-lhe abrir os horizontes para que saiba reconhecer o momento adequado para tomar essa decisão.


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Dr. Renato Kalil

Diretor Clínico

CRM-SP 62703